Nem sempre a crítica mais dura vem da imprensa ou do público. Muitas vezes, ela nasce do próprio artista. A autocrítica, quase sempre impiedosa, faz parte do processo criativo — e nem Paul McCartney escapou disso. Ao longo de sua trajetória, sobretudo no período pós-Beatles, ele conviveu com dúvidas profundas sobre o próprio trabalho.
Nos anos finais dos Fab Four, McCartney era quem frequentemente puxava a banda para o estúdio, mas havia ali uma espécie... Continuar lendo









