Por Bruce William | Foto: Divulgação
O AC/DC nunca precisou parecer uma banda interessada em virtuosismo para ser gigantesco. A força do grupo sempre esteve em outra coisa: riffs diretos, bateria seca, baixo firme, vocal cortante e uma sensação de que a música estava ali para funcionar no corpo antes de qualquer análise técnica.
Mesmo assim, Angus Young nunca foi apenas o sujeito de uniforme escolar correndo pelo palco. Por trás da imagem, havia um gui... Continuar lendo









