Por Bruce WilliamPostado em 20 de maio de 2026
Antes de "Bohemian Rhapsody", o Queen ainda parecia uma banda tentando convencer o mundo de que não era apenas uma mistura de influências chamativas. Havia peso, harmonia vocal, teatralidade, guitarra trabalhada, piano, drama e um certo gosto pelo exagero. O problema era transformar tudo isso em uma identidade reconhecível. Em 1975, no álbum "A Night at the Opera", essa resposta veio em menos de seis minutos - embora, na época, muita gen... Continuar lendo









