Por Gustavo MaiatoPostado em 30 de maio de 2026
Salvador Dalí viu em Alice Cooper algo além de um astro do rock. Para o mestre do surrealismo, o cantor era uma obra viva: maquiagem borrada, cobras no palco, guilhotina, sangue falso, bonecas decapitadas e uma teatralidade que parecia saída de um de seus quadros. Em 1973, os dois se encontraram em Nova York. O resultado foi uma das colaborações mais estranhas entre arte e música no século 20: um holograma do cérebro de Alice Cooper ... Continuar lendo









