Apesar de todo o progresso aparente, as vendas de “Hotter Than Hell” (outubro de 1974) minguaram rapidamente. O segundo álbum de estúdio do Kiss estagnou em apenas 90 mil cópias – 30 mil a mais do que seu antecessor, “Kiss”, lançado meses antes, em fevereiro. Além dos números decepcionantes, nenhum dos singles – a saber, “Nothin’ to Lose”, “Kissin’ Time”, “Strutter” e “Let Me Go, Rock ‘N’ Roll&rdquo... Continuar lendo
Como “Dressed to Kill” levou o Kiss ao status de ícones
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