Por Diogo Bizotto
Fogo. Marteladas. Machadadas. Esse foi o tratamento oferecido por alguns fãs do Morbid Angel quando, em 2011, adquiriram suas cópias de Illud Divinum Insanus, disco que interrompeu um hiato de oito anos sem que o grupo norte-americano lançasse um novo álbum. A expectativa, como não poderia deixar de ser, era enorme em relação ao trabalho, que referendaria definitivamente a volta do baixista e vocalista David Vincent à banda após sua saída, oc... Continuar lendo









