Era só mais uma cópia do Led Zeppelin, com guitarras estridentes e vocais gritados. Só que não, como logo perceberam os críticos da revista inglesa Melody Maker. O Queen era diferente, mais melódico e criativo do que a concorrência, e apresentava soluções bem alternativas para enroscos nas composições.
Em seu segundo álbum, dde 1973, o Queen refinava o som mais bruto e visceral movido a guitarras d Brian May, um jovem astrofísico a... Continuar lendo









