Uma banda como o Gangrena Gasosa, que incorpora elementos de umbanda e religiões de matriz africana em seu visual — cada integrante representando uma entidade, se vestindo como tal — e em suas letras, tinha que ser brasileira mesmo.
Comandado pelo vocalista Angelo Arede (Zé Pelintra), o grupo é o expoente máximo da mistura que outrora batizou saravá metal: um panelaço de thrash, punk, hardcore, exus, pretos velhos, caboclos e pombas-gira.









