Aos 83 anos, ícone da música brasileira revisita clássicos, homenageia pares e prova que seu legado já pertence à memória afetiva de várias gerações
“Incapaz de morrer é aquele que é amado, pois o amor é imortalidade.” O aforismo atribuído à poeta Emily Dickinson insinua-se conforme o coro “Gil, eu te amo!” ganha força sempre que o gigante da música brasileira encerra uma canção, respira fundo e se prepara para a seguinte. É um amor embebido em admiração e gratidão, em reconhecimento pelos serviços pr... Continuar lendo









