Em 1986, o punk paulista entrou numa major sem suavizar o discurso
Em 1986, se você dissesse para alguém da cena punk paulistana que uma banda da Zona Norte lançaria um disco por uma multinacional, a reação provavelmente seria de desconfiança — ou revolta.
O Brasil ainda tentava se reorganizar depois da ditadura. A inflação corroía salários, o Plano Cruzado dava seus primeiros passos e a juventude perif&e... Continuar lendo













