Agora como quarteto, grupo alemão entrega performance hipnótica marcada por improvisos e adição de sintetizadores
Foi como entrar numa máquina do tempo. Exceto pelo telão ao fundo do palco exibindo fixo o logo do agora quarteto de Berlim, o Kadavar transportou o vibrante público do Carioca Club à década de 1970. Figurino de brechó, timbres distorcidos de guitarra, pancada na bateria e improvisos barulhentos estendendo canções dominaram o sis... Continuar lendo









