Na noite de 24 de janeiro de 2026, o Carioca Club foi convertido em território sagrado para os devotos do Death Metal. Não se tratava apenas de mais um show, mas de um ritual coletivo de celebração, memória e reverência. A passagem do Death To All por São Paulo reafirmou, com força absoluta, que a obra de Chuck Schuldiner — falecido em 2001 — permanece viva. Mais do que isso, ela permanece pulsante, desafiadora e emocionalmente avassaladora.
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