Ainda que a identidade sonora se apresente a um volume baixo, é interessante perceber que a canção é capaz de administrar toda a sua intensidade e pungência. A partir de uma guitarra de riff áspero apresentada por meio do trêmulo picking, a faixa, invariavelmente, faz da lua cheia a sua alma e a noite, a sua essência.
Sombria e densa, mas não necessariamente asquerosa, a canção transpira uivos dissonantes e estridentes que sugerem caos e uma proposital desarmonia. Fornecendo uma crueza léxica por meio do escopo rít... Continuar lendo









