Hangar 110 cheio numa quarta-feira. Quem conhece a casa há décadas sabe: isso, por si só, já diz muita coisa.
Mais do que a lotação, o que chama atenção é o contexto. Um espaço historicamente associado ao punk rock — suado, direto, sem firula — abrindo as portas para o heavy metal de Lucifer. E não como exceção exótica, mas como celebração legítima. Continuar lendo













