Aqui estamos. Quase trinta anos depois, perdas trágicas voltam a servir de combustível para o Foo Fighters de Dave Grohl. O cara mais gente boa do rock, o labrador da música internacional, o sujeito que todo mundo (exceto o baterista William Goldsmith) adora.
É tão curioso que o sujeito boa-praça tenha feito alguns de seus melhores trabalhos durante momentos de maior instabilidade emocional. A começar pelo álbum de estreia do Foo Fighters, lançado em 1995: embora ... Continuar lendo Comentar...