Por Bruce WilliamPostado em 20 de maio de 2026
A missão dos Rolling Stones naquela noite era ingrata: entrar no palco depois de James Brown. Não depois de um artista comum, nem de um bom cantor de soul, mas de um sujeito que tratava apresentação ao vivo como combate físico. Brown cantava, dançava, gritava, suava, comandava a banda com precisão militar e ainda parecia disposto a provar que qualquer um escalado depois dele estava condenado a parecer pequeno.
Rolling Stones - Ma... Continuar lendo









