John Lennon nunca fez questão de vender a imagem de grande virtuose da guitarra. Ele reconhecia suas limitações técnicas sem muita cerimônia e preferia destacar outra qualidade: mesmo sem dominar o instrumento como alguns colegas, conseguia fazê-lo produzir o som que tinha na cabeça. Um exemplo perfeito apareceu em "Revolution".
Lançada em 1968 como lado B de "Hey Jude", a versão elétrica de "Revolution" começa com uma guit... Continuar lendo









