Por Marcello Zapelini
Acho que não é exagero algum apontar 1976 como o ano em que o disco ao vivo se tornou uma proposta comercial atraente para os músicos e suas gravadoras. O responsável por isso é Peter Frampton, guitarrista e vocalista habilidoso que até então nunca tivera exatamente um smash hit em sua carreira solo, e de repente se tornou um ídolo por meio de um duplo ao vivo, Frampton Comes Alive. Uma verdadeira “febre” de duplos ao vivo se seguiu, com vários músicos e bandas sonhando em repetir o sucesso de brit... Continuar lendo












