Por Eduardo Grotta FornaciariPostado em 13 de maio de 2026
Uma releitura de um disco cuja ambição melódica, riqueza de arranjos e grandiosidade sonora o colocam mais perto do AOR do que do rótulo simplificador de hair metal.
Primeiramente, devo dizer que este disco é um dos meus favoritos e considero-o uma verdadeira obra-prima. Dito isso, vamos lá.
Existe um hábito crítico bastante comum quando se fala de rock dos anos 1980: o de classificar discos mais pela superfície visual de sua época do que por sua linguage... Continuar lendo









