Muitas coisas compõem a aura mítica de um rockstar, entre elas, seu apelido. Há no rock apelidos que se tornaram praticamente um segundo nome: David Bowie era o Camaleão do Rock; Rob Halford o Metal God; os Beatles, Fab Four; Eric Clapton, Slow Hand; Steven Tyler e Joe Perry, Gêmeos Químicos; Neil Peart, Professor; Sammy Hagar, Red Rocker…
Mas nenhuma dessas alcunhas pegou como Príncipe das Trevas grudou em Ozzy Osbourne, já desde seus primeiros anos de Black Sabbath. Por sua sonoridade, estética e temática, a banda foi a principal responsável pela eterna associação feita entre o heavy metal e o satanismo. Conforme publicado pela Noise Creep, entretanto, esse nome é muito, mas muito mais antigo.
“Príncipe das Trevas” é a tradução do latim “princeps tenebrarum,” que consta em diversas escrituras datadas entre o século IV e XII. O renomado poeta britânico John Milton usou a expressão traduzida para o inglês em um de seus poemas escritos em 1667, Lost Paradise, onde se refere a Satã como Príncipe das Trevas.









