Após a dobradinha “Escape” (1981) e “Frontiers” (1983), não era exagero dizer que o Journey era uma das maiores bandas do mundo. O grupo era uma verdadeira febre midiática, com produtos em áudio e vídeo, com direito até mesmo a se tornar o primeiro grupo a ter jogos de videogame oficiais.
Era de se esperar que o disco seguinte se tornasse um fenômeno ainda maior de ideias e formatos. Porém, foi exatamente o contrário que aconteceu.









