Quando o Led Zeppelin lançou Presence em março de 1976, não era exatamente o tipo de disco que eu imagino alguém esperando depois de Physical Graffiti. Sempre que volto a ele, a sensação é de entrar numa sala onde algo aconteceu — não dá pra ver tudo com clareza, mas dá pra sentir o clima. E ele não é leve.
Sabendo do contexto, isso fica ainda mais evidente. Robert Plant gravando sentado, ainda se recuperando do acidente, Jimmy Page puxando as rédeas de quase tudo… dá pra ouvir essa tensão nas músicas. Não é só u... Continuar lendo









