Entre Power Windows (1985) e Hold Your Fire (1987), o Rush levou bastante longe a exploração dos sintetizadores. Não se tratava apenas de acrescentar teclados às composições: eles passaram a ocupar o centro dos arranjos, dividindo com a guitarra o espaço que, durante boa parte da trajetória anterior, pertencia ao diálogo entre baixo, guitarra e bateria. O resultado foi uma sequência de discos marcada por camadas eletrônicas, timbres digitais, baterias processadas ... Continuar lendo
Rush — Roll the Bones (1991)
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