Por Ronaldo Rodrigues
Creio que daqui algumas décadas, estaremos nos debruçando com estranheza sob as duas primeiras décadas dos anos 2000. Se vivemos o florescer de uma torrente quase infinita de comunicações imediatas, a produção cultural explode como pequenos fragmentos, quase impossíveis de serem capturados e assimilados. Enquanto isso, aflitos passamos os dias grudados em telas digitais sem conseguir entender o que ocorre.
O que veio tomar o lugar do monopólio da... Continuar lendo









