O mercado fonográfico, muitas vezes representado pelos engravatados sedentos por dinheiro e poder, sempre estão à procura da nova bola da vez para arrebatar o público e, evidentemente, fazer rios de grana.
Lá nos idos dos anos 90, a fonte da fortuna era os formatos acústicos, em que as guitarras eram desligadas para que os violões entrassem em cena. Aqui no Brasil, a cena musical – goste ou não – ainda oferecia algo diferente como o pagode.
O estilo t... Continuar lendo









