Em “Eiserne Faust”, a banda alemã Wolfsklaue ergue um monumento sonoro à força e ao controle, moldando o metal industrial com rigor.
O contralto imponente de Tina não canta — comanda — sobre uma arquitetura sonora feita de guitarras densas, sintetizadores cortantes e percussões que lembram o ritmo inflexível de uma fábrica em combustão.
Cada camada de som carrega um propósito de precisão cirúrgica, ampliando a ... Continuar lendo









