Carlos Santana nunca foi fã da ideia de transformar a guitarra em uma competição olímpica. Em entrevista recente à revista Guitarist, o músico deixou claro que velocidade e virtuosismo técnico, sozinhos, não dizem muito sobre a qualidade de um guitarrista.
Para ele, tocar rápido demais pode ser tão vazio quanto alguém exibindo músculos na academia. “Música não é um esporte, especialmente para quem escuta”, afirmou. “Se você passa dia e noite praticando só para tocar cada vez mais rápido, depois de um tempo é co... Continuar lendo








